Roedores em condomínio geram risco sanitário, danos elétricos e conflito entre moradores. Um programa bem estruturado protege o condomínio e a gestão do síndico.
O primeiro passo é o levantamento: rotas, tocas, marcas de gordura, fezes e pontos de alimento. Só depois se define a posição dos porta-iscas, que devem ser lacrados, fixados e numerados, com croqui em planta.
Cada visita de monitoramento registra consumo de isca por ponto, permitindo enxergar a tendência: pontos com consumo constante indicam foco ativo ou acesso não bloqueado.
Manejo do lixo é decisivo. Lixeira sem tampa, sacos no chão e coleta irregular anulam qualquer programa de controle. Da mesma forma, ralos sem grelha e tubulações abertas funcionam como porta de entrada.
Por fim, exija sempre certificado de execução, licença sanitária da empresa e responsável técnico. Esses documentos protegem o condomínio em caso de fiscalização e devem ser arquivados junto à prestação de contas.
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